22/08/2021 às 16h17min - Atualizada em 22/08/2021 às 16h17min
Psicóloga encontrada morta no porta-malas do próprio carro em Pouso Alegre


Uma psicóloga de 37 anos foi encontrada morta, na manhã deste domingo (22/8), dentro do porta-malas do próprio carro, em Pouso Alegre, no Sul de Minas. Quem encontrou o corpo e chamou a polícia foi o marido da vítima, um médico veterinário, de 62 anos.

 

A Polícia Militar e a perícia da Polícia Civil foram para o local analisar o caso e dar início às investigações. O corpo de Marilda Matias Ferreira dos Santos estava em um Toyota Corolla, estacionado dentro da garagem da casa da própria vítima. O imóvel não tinha sinais de arrombamento. Por isso, até o momento, o caso é tratado como um mistério.

Para a PM, o marido contou que tinha recebido uma mensagem da esposa ontem avisando que ela iria pedalar. Ele disse que estava no local de trabalho, uma fazenda que fica no município de Careaçu, vizinho a Pouso Alegre. Mais tarde, ao chegar em casa, ele não encontrou a esposa e achou que ela ainda estaria no passeio de bicicleta.

Diante do sumiço da psicóloga, o médico veterinário teria procurado por ela no hospital, delegacia e certificado se o Samu não havia atendido pessoa nas características dela. Na manhã deste domingo, quando resolveu procurar dentro do carro, encontrou a esposa no porta-malas e chamou a polícia.

Vítima estava amarrada

  Segundo a PM, a psicóloga estava como os pés e as mãos amarradas. Ela estava com roupa de andar de bicicleta e com capacete. Não havia sinais externos, hematomas, de ter sofrido violência. Na primeira análise do perito no local, a informação é que ela tenha morrido a mais de 12 horas do momento em que o corpo foi encontrado.

Sem sinais de arrombamento

O imóvel, que fica no bairro Fátima 2, área nobre da cidade, não havia sinais de arrombamento. De acordo com a tenente da PM no local, dentro da casa também não havia nenhum tipo de que algo foi revirado, nem material ou dinheiro sumido. Imagens de câmeras de segurança da rua estão sendo procuradas.

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e começar a ouvir pessoas que possam ajudar na elucidação da morte da psicóloga. O médico veterinário foi ouvido e liberado e está à disposição da polícia. O celular dele e da esposa ficaram com a polícia para serem analisados.

 

 

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